Favela 2.0 é antenada, conectada, colaborativa

 

Empreendedora social, produtora cultural e gestora de projetos, Claudia Raphael é coordenadora estadual da Central Única das Favelas em São Paulo (CUFASP). Acostumada a usar a linguagem do esporte e da arte para pautar uma agenda positiva e romper estereótipos, a CUFA agora aposta em encurtar a distância entre quem mora na periferia e o universo digital através do ensino da programação. Embrião desse processo, o projeto “Paraisópolis Digital” usa a plataforma Scratch, criada pelo MIT, e começou atendendo 20 crianças da comunidade que já foi até tema de novela.

O Victor, que é cadeirante e usuário do kit deu um depoimento muito bacana de como a invenção o fez sentir emoções e sentimentos que há muito tempo ele não sentia, como andar de bike e até mesmo fazer umas manobras.

Mais pra frente, a ideia é espalhá-la por quebradas como Heliópolis, Brasilândia e muito mais. “A melhoria da qualidade de vida das favelas e do desenvolvimento passa pelo empreendedorismo e pela inovação”, afirma. “Esses territórios têm muito mais potência que carência para oferecer”.

 

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